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terça-feira, 7 de julho de 2015

Estivemos na cidade de Juarez Távora reencontrado amigos








Divulgada a programação do Caminhos do Frio 2015 em Areia, PB

areia boa
Foi divulgada nesta segunda-feira (6) a programação do Caminhos do Frio 2015 em Areia, no Brejo paraibano. O evento tem início no dia 13 de julho e ainda passa por outras seis cidades da região até 31 de agosto.

Como já havia sido adiantado pela assessoria de imprensa do Caminhos do Frio, a programação não vai ter atrações nacionais este ano. Em vez disso, artistas locais serão valorizados. Entre as atrações de Areia estão Rejane Ribeiro, Banda Filarmônica de Areia, Banda Jeito Manhoso e Tinho.
A Rota Cultural ainda vai contar com um city tour, na quarta-feira (15), com visita ao Engenho Triunfo, Casa do Doce e Piquenique na Mata do Pau Ferro. Será cobrado R$ 25 por pessoa para participar do passeio.
O Caminhos do Frio passa por sete municípios da região serrana do Brejo paraibano, onde os termômetros chegam a marcar 12ºC nos meses de inverno. Cada município sedia o roteiro por uma semana. Depois de Areia, a programação segue para Pilões (20 a 26 de julho), Solânea (27 de julho a 2 de agosto), Serraria (3 a 9 de agosto), Bananeiras (10 a 15 de agosto), Alagoa Nova (16 a 23 de agosto) e, por fim, Alagoa Grande (24 a 31 de agosto).
Confira a programação completa de Areia:
Segunda-feira, dia 13
Teatro Minerva – a partir das 19h
Abertura Oficial ao som de voz e violão com Rejane Ribeiro, apresentação da Banda Filarmônica de Areia e do grupo Moenda

Terça-feira, dia 14
Comunidade Chã de Jardim – das 8h às 11h
Oficina de artesanato com a palha da bananeira

Pousada Aconchegar’t – das 14h às 17h
Oficina de pintura em seda

Confraria da Cachaça – das 17h às 22h
Exposição de Fotografias

Teatro Minerva – 20h
Apresentação dos professores da escola Som e Tom com participação de Edvania Aguiar

Quarta-feira, dia 15
City Tour – 8h
Visita ao Engenho Triunfo, Casa do Doce e Piquenique na Mata do Pau Ferro. Saída do ônibus às 8h da Praça Central
Preço: R$ 25 por pessoa

Pousada Aconchegar’t – das 14h às 17h
Oficina de bonecas, ministrada por Zélia

Teatro Minerva – 20h
Apresentação de show humorístico com Ivandro Candido e do Grupo Chorinho de Areia

Quinta-feira, dia 16
Casa Pedro Américo – das 17h às 19h
Sarau, lançamento de livro e do doce “10 Anos dos Caminhos do Frio”, da Casa do Doce

Colégio Estadual Central – das 18h às 22h
Feirinha do Rosário e apresentação da Banda Jeito Manhoso

Sexta-feira, dia 17
Das 8h às 12h – Passeio a cavalo, visita a Cachoeira do Grito e trilha de Jeep, no Rancho Nova Vida
Preço: R$ 10 por pessoa

Praça Central – 15h
Apresentação do Grupo de Capoeira da Chã de Jardim

Colégio Estadual Central – das 18h às 22h
Feirinha do Rosário e apresentação do Festival de Quadrilhas dos municípios de Areia e Remígio

Sábado, dia 18
Comunidade Chã de Jardim – 8h
Trilha na Mata do Pau Ferro

Teatro Minerva – 16h
Apresentação do Grupo Moenda

Teatro Minerva – 18h
Apresentação do Balé da UFPB

Praça Central – 22h
Show musical com Tinho

Domingo, dia 19
Confraria da Cachaça – 8h
II Passeio Ciclístico Rota Caminhos do Frio, encerramento com direito a feijoada e forró pé-de-serra no Engenho Várzea do Coaty
Preço: R$ 50 por pessoa

Engenho Ipueira – início da manhã
Terceira Trilha de Motocross (apoio Rancho Nova Vida)

G1

'Eu não vou cair. Isso é moleza, é luta política', afirma Dilma a jornal

Presidente disse que não há base para um pedido de impeachment. Oposicionistas afirmaram que governo Dilma poderia acabar antes de 2018.

A presidente Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, publicada nesta terça-feira (7), que não vai deixar o cargo e desafiou os que defendem seu afastamento a provar que está envolvida em corrupção. “Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou”, disse a presidente . “Vão provar que algum dia peguei um tostão? Vão? Quero ver algum deles provar. Todo mundo neste país sabe que não. Quando eles corrompem, eles sabem quem é corrompido”. Dilma disse que não há base para um pedido de impeachment e que não teme essa possibilidade.
“Não tem base para eu cair, e venha tentar. Se tem uma coisa que não tenho medo é disso”, afirmou.
Em convenção do PSDB no domingo (5), diversos tucanos e políticos de outros partidos de oposição fizeram ataques à gestão Dilma e disseram estar “preparados” para assumir o governo. Os oposicionistas disseram ainda que o governo Dilma pode acabar "talvez mais breve do que imaginam".
Na entrevista, a presidente respondeu às declarações e disse que há um setor da oposição "um tanto quanto golpista".
"Não vou terminar [o governo] por quê? Para tirar um presidente da República, tem que explicar por que vai tirar.

Confundiram seus desejos com a realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real. Não acho que toda a oposição seja assim. Assim como tem diferenças na base do governo, tem dentro da oposição”. E desafiou: “Alguns podem até tentar. Não é necessário apenas querer, é necessário provar”.
Desde o fim do ano passado, após a reeleição de Dilma, a oposição acusa a campanha da presidente de ter usado dinheiro do suposto esquema de corrupção na Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal. O PT, partido de Dilma, e a campanha da presidente sempre negaram as acusações e dizem que o dinheiro da campanha é legal.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) responsável pela Lava Jato, Teori Zavascki, não abriu inquérito para investigar a presidente. Ele concordou com a alegação do Ministério Público de que o presidente da República não pode responder por atos estranhos ao exercício de suas funções antes do início do mandato.
O ministro aposentado do STF Carlos Velloso, ouvido pela GloboNews nesta terça, disse que um processo de impeachment é "coisa séria" e deve ser precedido de uma "investigação idônea".
"O impeachment é um procedimento político, um julgamento político do presidente da República que haja incorrido num crime de responsabilidade. Deve, portanto, ser visualizado sob dois aspectos, o político e o jurídico. Quanto ao aspecto político, cumpre indagar se o presidente teria perdido o apoio na Câmara, o suficiente para ter contra ele dois terços dos votos dos deputados a autorizar a abertura do processo de impeachment. O aspecto jurídico estaria na plena configuração do crime de responsabilidade. Impeachment é coisa séria, que deve ser precedido de investigação idônea e que há de ser tratado como medida extrema. Assim deve ser em estado de direito democrático", afirmou o ministro aposentado.
Operação Lava Jato
Dilma falou na entrevista ao jornal também sobre a operação Lava Jato. “Falam coisas do arco da velha de mim. Óbvio que não [tenho nada a ver com o esquema]. Mas não estou falando que paguei conta nenhuma também. O Brasil merece que a gente apure coisas irregulares. Não vejo isso como pagar conta. É outro approach. Muda o país para melhor. Ponto. Agora excesso, não [aceito]. Comprometer o Estado democrático de direito, não. Foi muito difícil conquistar. Garantir direito de defesa para as pessoas, sim. Impedir que as pessoas sejam de alguma forma ou de outra julgadas sem nenhum processo, também não [é possível]”.
A presidente afirmou que achou “estranho” a prisão dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez. “Não costumo analisar ação do Judiciário. Agora, acho estranho. Eu gostaria de maior fundamento para a prisão preventiva de pessoas conhecidas. Acho estranho só. Não gostei daquela parte [da decisão do juiz Sergio Moro] que dizia que eles deveriam ser presos porque iriam participar no futuro do programa de investimento e logística e, portanto, iriam praticar crime continuado. Ora, o programa não tinha licitação. Não tinha nada”.
Dilma disse que não entende a razão de doações à sua campanha estarem ligadas a alguma propina. “É uma coisa estranha. Porque, para mim, no mesmo dia em que eu recebo doação, em quase igual valor o candidato adversário recebe também. O meu é propina e o dele não?”.

G1
 
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