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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Urgente: Recém nascido é raptado de dentro do Hospital Regional de Guarabira

Uma criança recém nascida foi raptada de dentro da enfermaria do Hospital Regional de Guarabira, na manhã desta quinta-feira (27). De acordo com as primeiras informações chegadas à nossa redação, uma mulher vestindo uma blusa de cor laranja seria a responsável por ter levado a criança.
Um taxista entrou em contato com Polícia Militar dizendo que havia deixado uma mulher com uma criança numa residência no bairro Alto da Boa Vista. A PM foi até lá e já conseguiu localizar a criança, que está sendo levada de volta ao Hospital Regional.
A mãe do bebê, está internada desde a ultima terça-feira à tarde, quando deu entrada no hospital para dar a luz. Ela é da cidade de Belém.
Ainda de acordo com as primeiras informações colhidas, a acusada do rapto do bebê, teve a ajuda de uma irmã. Ela contou a policia que ganhou uma criança em João Pessoa, que veio a falecer, por isso, resolveu “pegar” uma criança para ela.
O caso está sendo apurado pela polícia, que não passou o nome da acusada à imprensa.
Do Portal Mídia

Atlético bate Cruzeiro de novo e é campeão da Copa do Brasil

É tão grande que não cabe em sua própria enormidade o que aconteceu neste 26 de novembro. É tão grande que já seria grande se simplesmente disséssemos que o Atlético-MG é o campeão da Copa do Brasil de 2014 – campeão e ponto final. Ou que pela primeira vez conquista o torneio.

Ou que garante vaga na Libertadores. Ou que assegura seu quarto título em dois anos. Mas é muito mais que isso tudo – a ponto de transformar a taça em si (ou seu ineditismo, ou suas consequências) em detalhe, em ornamento para o feito maior, o feito que efetivamente importa aos vencedores: que é sobre o Cruzeiro. No maior clássico que Minas Gerais já viu, o Galo bateu o rival por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, no Mineirão, naquela que foi a primeira final de um torneio nacional entre eles – uma vitória para a posteridade, uma vitória para sempre.

O gol de Diego Tardelli entra para o imaginário do torcedor mineiro – muito especialmente o atleticano. Com ele, o Galo carimba a faixa de campeão brasileiro do eterno adversário e evita que ele alcance a Tríplice Coroa em 2014. Em mais de 90 anos de rivalidade, em uma história que remete ao começo do século passado, aos tempos em que o Cruzeiro ainda se chamava Palestra Itália, é a vitória mais importante de um sobre o outro – como se um campeonato estivesse dentro do jogo, não o jogo dentro de um campeonato.
A conquista descende daquilo que o Atlético alcançou no primeiro jogo, há duas semanas, no Independência – a vitória por 2 a 0 que permitia que ele até perdesse o duelo desta noite. Mas o que o Galo menos fez foi se acomodar na vantagem. Jogou para cima, atacou, agrediu. Agiu como campeão. De quebra, fechou o ano sem perder clássicos: foram sete na temporada, com quatro vitórias alvnegras e três empates.
Tardelli nasceu para clássicos
Diego Tardelli tem 29 anos e se define como um “veterano novo”. Parece que faz gols há eras. Especialmente gols pelo Atlético – são 110. Mais especialmente ainda gols contra o Cruzeiro – impressionante: já são nove em clássicos. Por tudo isso, quando a bola saída do pé de Dátolo cruzou o céu de Mineirão e teleguiou-se até a cabeça careca do atacante, o que aconteceu ali foi o ato maior de uma relação profunda, de uma afinidade que só cresce, desse triângulo amoroso entre Tardelli, o Atlético e a torcida.
O gol saiu aos 47 minutos. E foi absolutamente justo. O Atlético foi surpreendentemente melhor do que o Cruzeiro – surpreendentemente não apenas por ser melhor, mas pelo tanto que foi melhor. Desde o começo do jogo, foi mais vigoroso, mais envolvente, mais compacto. Poderia ter saído na frente cedo, com sete minutos, quando Luan mandou na área e Tardelli quase completou; ou aos 12, quando Marcos Rocha recebeu frente a frente com Fábio e foi superado pelo goleiro – na sequência, Tardelli mandou para fora; ou aos 24, quando Tardelli (repare: sempre ele) mandou de coxa para fora; ou ainda aos 42, em conclusão de Maicosuel novamente defendida por Fábio (e com Dátolo mandando por cima na sobra).
Foi muito Atlético para pouco Cruzeiro. Mesmo depois de perder Luan, lesionado aos 31 minutos, o Galo soube se impor. A Raposa teve suas chances, é verdade – a principal delas em chute torto de Ricardo Goulart após lançamento de Fábio. Mas esteve muito aquém das exigências de um time que precisava de três gols para ser campeão.
Absolutamente campeão
O Cruzeiro precisava de quatro gols no segundo tempo para ser campeão da Copa do Brasil. Jamais deu pinta de que conseguiria – nem quatro, nem três, nem dois, nem unzinho que fosse. As jogadas simplesmente não fluíam. Era evidente a destruição física da equipe depois da brilhante campanha no Campeonato Brasileiro. O Galo, mais inteiro, até não repetiu a soberania do primeiro tempo – mas seguiu melhor encaixado.
Com Willian Farias no lugar de Henrique, lesionado, o Cruzeiro fez o possível para reagir. Só que nem as jogadas entre Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart, geralmente tão fatais, tinham andamento. Para piorar a vida celeste, o Atlético sabia ameaçar – vide o que aconteceu aos seis minutos, quando Maicosuel, colado na trave, não conseguiu marcar o segundo, ou vide a patada de Dátolo no travessão de Fábio em cobrança de falta.
A torcida cruzeirense, entre vaias e incentivos, teve que suportar a festa do rival. Vingou-se com gritos de “segunda divisão” e “tetracampeão”.
Porque até isso o clássico teve de gigante: um foi campeão três dias depois de o outro ser. Timing perfeito para os torcedores do Galo – embora alguns momentos prescindam de timing: vistos do prisma da posteridade, simplesmente não têm data. Acontecem e ficam. São anos, décadas, séculos dentro de duas horas – pergunte a um atleticano.
GE

Paraíba: Lei de proteção ao consumidor é promulgada

A Lei de autoria do deputado estadual Gervásio Maia (PMDB), que dispõe sobre o registro de inadimplentes nos serviços de proteção ao crédito, foi promulgada pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (26).
De acordo com o deputado Gervásio Maia, a lei 10.369/2014 determina que as empresas que prestam serviços de qualquer natureza aos consumidores em geral, registrem a inadimplência destes em serviços de proteção ao crédito que estejam situados na Paraíba.
O parlamentar afirmou que a medida vai beneficiar os paraibanos, que quando se encontram em situação de inadimplência são obrigados a negociar as dívidas em empresas localizadas em outros Estados.
“Agora será necessário que as empresas negativem o nome do cliente devedor apenas em empresas sediadas, ou com filial, na Paraíba. O objetivo é encurtar as distâncias facilitando para que o consumidor possa regularizar seu crédito, além de possibilitar que os valores arrecadados fiquem no nosso Estado”, explicou o deputado.
A lei entra em vigor 30 dias, após a sua publicação, e o descumprimento acarretará em multa no valor de mil reais por cada registro realizado. Além disso, o consumidor sujeito a constrangimento poderá pleitear a reparação dos danos morais sofridos.

por Michele Marques
 
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